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O fazer editorial é sempre um trabalho em rede, costurado por muitas mãos, vozes, leituras e escutas. Em 2026, continuaremos seguindo os ciclos da lua, que nos acompanham no fortalecimento das parcerias e projetos que se constroem com tempo, diálogo e, principalmente, sensibilidade.
É nesse ritmo que seguimos fazendo livros, pensados como espaço de encontro com leitores e leitoras, imagens e memória. Este Correio Lunar é parte desse movimento coletivo, um lugar para compartilhar os processos e caminhos – a alegria de seguir criando juntos.
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"O Livro dos Leitores, mesmo daqueles que não sabiam que o eram até que a magia os tocou."
Pilar Del Rio sobre O livro que me escreveu, de Mário Lúcio Sousa
Leia o Prefácio do Livro
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Um papo com o autor Mário Lúcio Sousa
Um livro que nos escreve, uma língua carregada de memórias, uma literatura que insiste na esperança. Em um papo com Nilma Gonçalves, o autor Mário Lúcio Sousa fala sobre O livro que me escreveu, as travessias entre música e escrita, o encontro entre Cabo Verde e o Brasil e a leitura como gesto de humanidade.
“Eu estava lendo ‘Cem anos de solidão’ pela centésima vez e me perguntei o que seria da humanidade sem esse livro. E então nasceu uma ideia de escrever um livro que depois desaparece e também aproveitei para fazer uma homenagem a García Márquez contando a própria história verídica das peripécias, das aventuras que ele viveu para escrever esse livro grande da literatura universal, a fome que ele passou, as dificuldades para pagar o aluguel e os filhos e toda essa história, e eu imaginei se isso tivesse acontecido com o livro dele”, explica o escritor.
Leia mais no Blog da Solis
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Leituras nas férias com as crianças para imaginar, sentir e conversar
A literatura, este direito inalienável – como apontou Antonio Candido (1995) em “O direito à literatura” –, é uma possibilidade de experienciar outros mundos, um lugar de acolhimento à imaginação e a todos os sentimentos que chegam quando um livro se abre ao leitor. Durante as férias escolares das crianças, tempo precioso para desacelerar, experimentar novas brincadeiras e explorar outros espaços, a leitura é indispensável para o encontro com histórias, personagens, emoções e perguntas sobre o mundo. Escolher bons livros para esse momento é oferecer às crianças a possibilidade de refletir sobre si mesmas, sobre o outro e sobre a diversidade das tantas experiências de forma atenta, afetiva e sensível.
Aqui você encontra uma seleção de livros ilustrados que convidam à leitura compartilhada, à conversa e à imaginação.
Confira a matéria completa no Blog da Solis
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A memória do bosque, de Sara Bertrand, com ilustrações de Elizabeth Builes, é um livro sobre medos e transformações, narrados de forma poética tanto no texto quanto nas ilustrações. A obra caminha pelas tessituras da relação entre mãe e filha diante das mudanças da vida, convidando as crianças a perceberem como a memória, natureza e o sentimento de pertencimento estão profundamente entrelaçados.
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Não somos anjinhos, de Gusti, há uma narrativa sensível e bem-humorada que afirma as crianças em suas diversidades e rompe com visões idealizadas sobre a infância, especialmente em relação às crianças atípicas. O livro acompanha o cotidiano de um menino com Síndrome de Down, revelando emoções, conflitos, travessuras e distintos afetos que fazem parte da experiência de crescer.
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Antonino Peregrino, de Osvaldo Costa Martins, com ilustrações de Luci Sacoleira, é um livro sobre caminhar e buscar sentido. Antonino é o personagem que apresenta a infância e a formação de Antônio Conselheiro, descrito como alguém que cresce entre perdas, deslocamentos e perguntas. Ele surge como um menino atento ao mundo ao seu redor, marcado pela solidão, pela fome e pelas injustiças do sertão, e faz da andança uma forma de existência, aprendizado e escuta.
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Migrantes e Kintsugi, de Issa Watanabe, são livros-imagem que nos colocam diante de muitos silêncios: perdas, rupturas, deslocamentos forçados e os mais diversos arranjos para sobreviver. São histórias que instauram um tempo de silêncio e escuta; um gesto ético de atenção às questões contemporâneas.
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Ilustração de Elizabeth Builes para o livro A Memória do Bosque
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Correio Lunar, boletim informativo da Solisluna Editora que acompanha os ciclos lunares – cria conexão simbólica entre o tempo natural e a comunicação com leitores, livreiros e parceiros. Cada edição marca um momento de encontro periódico, seguindo o ritmo da lua cheia e lua nova.
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Este boletim foi elaborado pelos Solislúnicos: Valéria Pergentino, Natália Simões, Eris Beatriz e Kin Guerra.
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